O Movimento Hippie.
Temos com base a teoria dos estudos culturais, com o principal objetivo o cotidiano, os estudiosos analisam a cultura como forma de entender a influência da mídia na cultura de uma sociedade, e também como sendo parte de um complexo cultural maior. Por outro lado, a proposta é estudar a cultura como um lugar de luta entre diferentes culturas, vinculadas a diferentes camadas da sociedade. (MARTINO,2005, p. 28-29).
De Norte a Sul do mundo jovens clamavam por liberdade, independência em relação aos valores dominantes e igualdade, cabelos compridos, a expansão de consciência por drogas, luta pela paz, a liberdade sexual, o amor livre e a valorização da natureza. São apenas algumas relações defendidas pelo movimento mais expressivo da contracultura, mudando a forma de pensar e agir dos jovens no mundo.
Os hippies não se diferenciaram por uma postura política engajada, não eram a favor do “sistema” nem do “poder”, exaltavam o uso de maconha onde acreditavam que possuía caráter espiritual, principalmente por ser proveniente da natureza. Faziam o uso também do LCD, que era mais conhecida por ser uma droga recreativa, onde expandia a consciência. Segundo Timothy Leary (1920-1996), pioneiro e defensor do uso do ácido psicodélico e muito admirado pelos Hippies, a experiência psicodélica era uma viagem ao nodo domínio da consciência. Porém muitos deles não se portavam como drogados e alheios do que se passava ao seu redor, os hippies lutaram pela ampliação dos Direitos Civis e o fim das guerras que aconteciam naquele momento, a influência das autoridades sob os meios de comunicação acobertavam as discussões que desenvolvia para enfatizar os comportamentos marginas dos hippies.
Os hippies não se diferenciaram por uma postura política engajada, não eram a favor do “sistema” nem do “poder”, exaltavam o uso de maconha onde acreditavam que possuía caráter espiritual, principalmente por ser proveniente da natureza. Faziam o uso também do LCD, que era mais conhecida por ser uma droga recreativa, onde expandia a consciência. Segundo Timothy Leary (1920-1996), pioneiro e defensor do uso do ácido psicodélico e muito admirado pelos Hippies, a experiência psicodélica era uma viagem ao nodo domínio da consciência. Porém muitos deles não se portavam como drogados e alheios do que se passava ao seu redor, os hippies lutaram pela ampliação dos Direitos Civis e o fim das guerras que aconteciam naquele momento, a influência das autoridades sob os meios de comunicação acobertavam as discussões que desenvolvia para enfatizar os comportamentos marginas dos hippies.
Muitas vezes a forca policial era acionada para esses “desordeiros”, a ser retirados dos espaços públicos. Podemos destacar um dor grandes confrontos do movimento a mobilização feita na Convenção Nacional democrata, ocorrida entre 26 a 29 de agosto de 1968, na cidade de Chicago, sob a liderança de A bbie Hoffman e Jerry Rubin, a chamada “Festa da Vida” onde vários cenários políticos norte-americanos eram criticados. O movimento hippie buscava outras sociedades onde novas formas de percepção com voz ativa contra algumas ações políticas da época, podendo assim ser um exemplo para muitas pessoas que se preocupam com as questões de seu tempo e a liberdade de defender seus direitos.


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